sábado, dezembro 09, 2017

FAZ HOJE PRECISAMENTE 100 ANOS QUE JERUSALÉM FOI LIBERTA DOS TURCOS OTOMANOS COM BASE NUM TEXTO BÍBLICO!

POSTAL DA ÉPOCA, COMPARANDO O "LIBERTADOR" ALLENBY
AO HERÓI JUDEU JUDAS MACABEU
A manhã de 9 de Dezembro de 1917 assistiu a um dos momentos históricos mais identificados com o cumprimento profético do destino de Jerusalém de que há memória: O General Allenby, um cristão devoto estudioso da Bíblia, entrou triunfalmente a pé pela porta de Jaffa, acompanhado do mítico Lourenço da Arábia, após a rendição e saída das tropas turcas pela porta de Estêvão às 7 da manhã.
Completam-se hoje exactamente 100 anos desse esse dia que o conde Ballobar descreveu como "de extraordinária beleza", e em que os judeus festejavam o primeiro dia da festa da Hanukkah, ou a "Festa das Luzes", celebrando a preservação do povo judeu graças à fidelidade do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e a libertação da Cidade santa pelos macabeus.
 
SEM UM ÚNICO TIRO DISPARADO, SEM UMA ÚNICA GOTA DE SANGUE VERTIDA
A tomada de Jerusalém aos turcos otomanos pelo império britânico e que culminou exactamente há 100 anos, foi única em toda a História, uma vez que a Cidade foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado ou uma única gota de sangue fosse vertida!
 
ALLENBY ENTRA A PÉ EM JERUSALÉM PELA PORTA DE JAFFA
"JERUSALÉM, A BENDITA"
Mas nada disto aconteceu por acaso. O general Britânico Allenby, que ao serviço de sua majestade o rei Jorge V comandou as tropas que libertaram Jerusalém de 400 anos de domínio turco otomano, era um crente devoto e um profundo estudioso das Escrituras Sagradas. Na manhã de 11 de Dezembro, e após a rendição do presidente da câmara de Jerusalém - o muçulmano Hussein Husseini -  o general inglês Allenby admirado por Lourenço da Arábia como "o gigantesco e alegre general ruivo", que tinha "uma tal grandeza moral que tinha dificuldade em compreender a nossa pequenez, o homem era um verdadeiro ídolo" entrou na Cidade antiga a pé, silenciosamente, sem fanfarra ou tiros de saudação, em sinal de respeito pelo local sagrado, em vez de se apresentar como se esperava montado num cavalo ou dentro de um automóvel. Apenas os sinos da Cidade ecoavam naquela manhã.
 
O general Edmond Allenby subiu depois a uma plataforma de onde leu a sua proclamação acerca de "Jerusalém, a Bendita", que foi depois repetida em 7 línguas, incluindo o hebraico, seguindo-se a entrega formal das chaves da Cidade pelo presidente da câmara. Para os cristãos ali presentes, o momento era profético: "A Palestina tinha sido conquistada por uma nação cristã!"
RENDIÇÃO DOS TURCOS OTOMANOS
ÀS TROPAS INGLESAS
As palavras de Lourenço da Arábia descrevendo o seu encontro com Allenby na porta de Jaffa e descritas no seu livro "Os 7 pilares da sabedoria", não poderiam descrever melhor aqueles momentos: "O encontro na Porta de Jaffa foi para mim o momento supremo da guerra, um momento que, por razões históricas, teve uma importância incomparável com a de qualquer outro."
 
INSPIRADO E GUIADO PELA PALAVRA DE DEUS
O general inglês Edmond Allenby era um crente devoto que lia diariamente a sua Bíblia. À medida que as forças britânicas avançavam, resgatando a Palestina das mãos do império turco otomano, o general sentia da parte de Deus que deveria tomar a Cidade de Jerusalém de forma pacífica.
GENERAL ALLENBY
Não querendo causar quaisquer danos à Cidade santa, o general consultou o rei Jorge V sobre o que deveria fazer, tendo-lhe o rei respondido com um "Ora sobre o assunto."
Allenby acreditava nas profecias bíblicas. Neste dia, o general pediu a Deus como poderia conquistar a Cidade sem a destruir. O Senhor falou-lhe através do texto lido nessa precisa manhã pelos capelães às tropas inglesas, a partir do livro de devoções matinais utilizado pela Igreja de Inglaterra. O texto desse dia era a profecia de Isaías 31:4 e 5:
"Porque assim me disse o Senhor: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro. Como as aves voam, assim o Senhor dos Exércitos amparará a Jerusalém; Ele a amparará, a livrará, passando, a salvará."
Foi essa a estratégia de guerra que lhe foi revelada por Deus. "O que é que isto significa?" - perguntou Allenby a Deus. O Senhor não tardou em dar-lhe a inspiração:
Allenby percebeu no "leão" o símbolo da Grã Bretanha, e no "leãozinho" as tropas aliadas ali presentes (Austrália e Nova Zelândia). Mas Allenby viu algo mais...
 
Em 1917 ainda não havia muitos aviões no mundo. Tomando como base o texto bíblico, Allenby pensou em reunir todos os aviões disponíveis naquela região e trazê-los em voo cerrado sobre Jerusalém. Naquela altura, há 100 anos atrás, muitos dos turcos e árabes residentes em Jerusalém nunca tinham visto um único avião na vida. Allenby tinha mandado encher os aviões com panfletos escritos em árabe: "Rendam a cidade hoje, Allenby." Por uma incrível "coincidência", o tradutor árabe não conseguiu escrever correctamente o nome Allenby, tendo escrito "Alla Nebi", que para os muçulmanos significa "profeta de Alá."
Imagine-se como os turcos e os árabes muçulmanos reagiram ao lerem o "recado" vindo dos céus, oriundo do "profeta de Alá", mandando-os evacuar a cidade...!
Como resultado desta "coincidência", que nada mais é do que a mão de Deus na História, a Cidade santa de Jerusalém foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado!
 
E, por "coincidência", exactamente 100 anos depois, Jerusalém voltou ao centro das atenções mundiais, desta vez para afirmar que ela é e sempre será a Capital eterna, una e indivisível da Terra de Israel!
 
Shalom, Israel!
 
 
 
 
 

sexta-feira, dezembro 08, 2017

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU REÚNE-SE PARA - MAIS UMA VEZ - CONDENAR ISRAEL, MAS NÃO A VIOLÊNCIA PROVOCADA PELOS PALESTINIANOS EM GAZA, JUDEIA E SAMARIA...

Os 8 países membros do Conselho de Segurança da ONU estão neste momento reunidos em Nova Iorque para nada mais fazer do que condenar Israel e a decisão histórica do presidente norte-americano de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e deslocar a respectiva embaixada para capital.

Enquanto a Conselho de Segurança discute mais do mesmo, cerca de 3.000 palestinianos da Faixa de Gaza e nas regiões da Judeia e Samaria manifestam-se de forma violenta, como já era esperado e conforme lhes é habitual. Tal como falou a embaixadora dos EUA nesta reunião, "aqueles que retornam à violência mostram que não querem a paz."
Até ao momento os confrontos palestinianos contra a polícia israelita já provocou 1 morto e cerca de 250 feridos entre os provocadores. Até agora, 2 rockets disparados de Gaza já foram interceptados pelo sistema de defesa israelita "Cúpula de Ferro."
Um pouco por todo o Médio Oriente tem-se assistido a protestos e manifestações contra a decisão do presidente norte-americano. 
O líder do Hamas convocou todos palestinianos para uma "nova Intifada." O líder da Autoridade Palestiniana afirma que a "raiva palestiniana" não vai decrescer: "Nunca voltaremos atrás." Um dos principais clérigos iranianos apelou também à violência palestiniana, jurando inclusivamente "arrasar Tel Aviv."

O que se pode esperar do Conselho de Segurança da ONU? A condenação de Israel e dos EUA. Silêncio em relação à violência já latente em Israel e incitada pelos líderes dos movimentos terroristas e de nações islâmicas um pouco por todo o lado. Felizmente os EUA estão representados neste CS, fazendo segundo se espera o seu direito de veto a toda e qualquer resolução deste desequilibrada e pérfida organização anti-semita...

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 07, 2017

EVANGÉLICOS INFLUENCIARAM DECISIVAMENTE A HISTÓRICA DECISÃO DE DONALD TRUMP EM RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

A História comprova que por detrás da formação do estado de Israel estiveram influentes líderes evangélicos - na maioria ingleses - que interpretavam a Bíblia de forma literal e que por isso entenderam que havia chegado a hora de o Senhor Deus estar a cumprir a Sua promessa de reunir o Seu povo dos "4 cantos da terra", trazendo-os de volta para a Terra da promessa, a herança que Ele, o Soberano Deus, deu como herança a um único povo: os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Não só o grande "profeta" Theodor Herzl teve grandes amigos evangélicos que o influenciaram a "sonhar" com o retorno dos judeus a Israel, como o próprio rei britânico que há precisamente 100 anos assistiu à tomada da então denominada "Palestina" das mãos dos turcos otomanos, ao fim de 400 anos de ocupação, era ele próprio um cristão assumido. 
Daqui a dois dias estaremos comemorando os 100 anos exactos da conquista britânica da Cidade de Jerusalém pelo general Allenby, um devoto crente estudioso da Bíblia e que, naquela manhã histórica, buscou na Palavra de Deus orientação sobre como poderia conquistar a Cidade santa sem que um único tiro fosse disparado ou uma gota de sangue fosse derramada. E assim foi! Desse inesperado "milagre" falaremos daqui a dois dias, se o Eterno Deus nos permitir.
O próprio primeiro-ministro actual de Israel, Benjamin Netanyahu, tem confessado por diversas vezes e em público que Israel não tem melhores amigos do que os cristãos evangélicos. 

INFLUÊNCIA EVANGÉLICA DECISIVA 
E foram mais uma vez os cristãos evangélicos, desta vez os norte-americanos, que influenciaram decisivamente o actual presidente norte-americano Donald Trump na sua histórica e corajosa decisão anunciada ontem, dia 6 de Dezembro de 2017, de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel, passando-se a partir de agora à prometida deslocação da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.
Como se sabe, a fortíssima comunidade evangélica dos EUA identifica-se maioritariamente com os conservadores israelitas, reconhecendo-se nas raízes comuns: a Bíblia.

Sabe-se que têm havido constantes visitas de cristãos evangélicos conservadores à Casa Branca, tornando a questão de Jerusalém um tema incontornável para o presidente Trump. 
Segundo Johnnie Moore, pastor californiano porta-voz de um conselho de destacados pastores conselheiros da Casa Branca, "tal decisão não teria tido lugar sem eles (os evangélicos)."
"Não tenho quaisquer dúvidas de que os evangélicos desempenharam um papel significativo na decisão" - afirmou o pastor, acrescentando: "Não acredito que tal pudesse ter acontecido sem eles."
Desde há muito que os evangélicos conservadores norte-americanos têm reclamado o formal reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, no cumprimento de uma decisão do Senado em 1995 que decretou a mudança da embaixada para Jerusalém, mas que tem sido constantemente protelada pelos consecutivos presidentes norte-americanos. Com Trump e Pence, as portas abriram-se e a decisão foi finalmente tomada.
Um grupo dirigido pelo ex-candidato presidencial, o evangélico Mike Huckabee, o "My Faith Votes" (A minha fé vota) lançou uma enorme campanha por e-mails, através dos quais os apoiantes pediam ao presidente Donald Trump para reconhecer Jerusalém como capital de Israel. 

Outro grupo denominado "American Christian Leaders for Israel" (Líderes Cristãos Americanos por Israel) enviou uma carta a Donald Trump alertando de que era chegada a hora de mudar a embaixada para Jerusalém: "Estamos profundamente preocupados em que, por cada dia que se vai passando, torna-se cada vez mais difícil mudar a embaixada, e se não o fizer agora, talvez isso nunca venha a acontecer."
Esta carta foi subscrita por 60 influentes pastores, representando cerca de 60 milhões de evangélicos norte-americanos.
O conhecido mediático pastor pró-Israel John Hagee, que visitou o presidente norte-americano há poucas semanas atrás, comentou sobre a histórica decisão que ela tem "importância bíblica, tendo uma precisão absoluta no tempo bíblico."

CRISTÃOS EVANGÉLICOS CELEBRAM

Logo que foi anunciada a decisão da Casa Branca, milhares de cristãos evangélicos pelo mundo fora têm vindo a congratular o presidente Trump e a sua administração, celebrando a histórica e tão ansiada decisão, pela qual muitos têm estado a orar.
Desde a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém, a organizações como a "Proclamando Justiça às Nações" ao enviado especial da ONU ao "Conselho Mundial das Igrejas Cristãs Independentes", muitos têm expressado as suas congratulações ao líderes norte-americanos. 
Milhões de cristãos evangélicos levam a sério a promessa de bênçãos àqueles que amam Israel (Génesis 12:3), e expressam-no orando, defendendo e até visitando fisicamente a Terra de Israel.

A HISTÓRICA DECISÃO DE 6 DE DEZEMBRO DE 2017
"Determinei que esta é a altura de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel. Após mais de duas décadas de adiamentos, não estamos mais perto de um acordo de paz permanente entre Israel e os palestinianos...esta decisão não é mais nem menos do que o reconhecimento da realidade." - Donald Trump
"Jerusalém é a capital do povo judeu, estabelecida em tempos antigos. Jerusalém é hoje o assento do governo de Israel."
E sobre a mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém, Trump anunciou: "Estou também orientando o Departamento de Estado para que comece a preparação para deslocar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Isto irá iniciar imediatamente o processo da contratação de arquitectos, engenheiros e outros, para que assim, uma nova embaixada, quando completa, seja um majestoso tributo à paz."

Assim seja. Bem haja, Donald Trump! God bless America!
Shalom, Israel!




quarta-feira, dezembro 06, 2017

O MUNDO DE OLHOS POSTOS EM JERUSALÉM

A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas. 
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.

BANDEIRAS QUEIMADAS, MURALHAS ILUMINADAS COM AS CORES DOS EUA
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.

"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida. 
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump! 

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 05, 2017

DITADOR TURCO ERDOGAN AMEAÇA ROMPER RELAÇÕES COM ISRAEL CASO TRUMP RECONHEÇA JERUSALÉM COMO SUA CAPITAL

Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico. 
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...

ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."

A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 04, 2017

57 NAÇÕES ISLÂMICAS CONVOCAM CIMEIRA DE EMERGÊNCIA PREVENDO O RECONHECIMENTO DE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL POR DONALD TRUMP

Jerusalém torna-se cada vez mais uma "pedra pesada". Já assim foi profetizado há 2.500 anos.
O polémico anúncio de que Trump irá nesta próxima Quarta-Feira confirmar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel está a gerar enormes ondas de contestação e até de ameaças de uma nova Intifada.
A "Organização da Cooperação Islâmica" acabou de convocar as 57 nações muçulmanas que fazem parte da organização para uma cimeira, caso o presidente norte-americano acabe por anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Nesta próxima Quarta-Feira o presidente norte-americano tem diante de si este dilema, e, apesar de o ter anunciado na sua campanha eleitoral, a oposição interna e externa a tal decisão cresce de minuto a minuto, prevendo-se um aumento da violência em Israel caso o reconhecimento se confirme.
Os 57 países membros da organização muçulmana irão esta noite reunir-se de emergência em Jeddah, na Arábia Saudita: "Se os Estados Unidos derem o passo de reconhecerem Jerusalém como a assim-chamada capital de Israel, recomendamos unanimemente a convocação de uma reunião ao nível de conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros, seguida de uma cimeira islâmica o mais rapidamente possível."
A "OCI" alertaram também que o reconhecimento de Jerusalém ou o estabelecimento de qualquer missão diplomática na cidade em disputa será visto como "um claro ataque contra as nações árabes e islâmicas."

ABBAS APELA À MOBILIZAÇÃO GERAL
O movimento Fatah associado ao líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou entretanto a uma mobilização geral dos palestinianos no caso de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O governo turco alertou entretanto o presidente norte-americano para não dar o anunciado passo, prevendo que a acontecer, tal decisão iria gerar "um desastre."

Passo a passo, o anunciado está tomando o lugar no plano profético...

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 02, 2017

MÍSSEIS ISRAELITAS DESTROEM DEPÓSITO DE ARMAMENTO NUMA BASE MILITAR IRANIANA PERTO DE DAMASCO

Durante esta madrugada Israel terá disparado mísseis contra uma base militar construída pelo Irão perto de Damasco, tendo alegadamente destruído um depósito de armas.
Ouviram-se grandes explosões no local, resultado dos cinco mísseis disparados pela poderosa aviação israelita. Segundo os sírios, as forças militares de Damasco terão conseguido interceptar dois desses mísseis, não conseguindo mesmo assim evitar os estragos provocados pelos outros.
Um órgão de comunicação social árabe afirma que os mísseis foram disparados já dentro do espaço aéreo do Líbano. 
Israel, tal como sempre faz, não comentou estas notícias. 
Desde há muito que Israel tem vindo a avisar o Irão para não construir bases militares na Síria. Israel não pode de forma alguma permitir que o seu maior inimigo actual, o Irão, que promete destruir por completo o estado "sionista", se instale na sua vizinhança, mesmo que para isso tenha de usar a força. Está no seu direito. 

Shalom, Israel!