sábado, agosto 19, 2017

DESCOBERTA PEDREIRA ONDE PODEM TER SIDO FEITAS AS TALHAS USADAS NO MILAGRE DAS BODAS DE CANÁ

Arqueólogos descobriram uma pedreira do tempo romano que era utilizada para a produção de utensílios caseiros, podendo esclarecer algumas normas de conduta em prática durante os dias do Messias Jesus.
A descoberta foi feita casualmente durante escavações em Reineh, na Baixa Galiléia, quando construtores abriam fundações para a construção de um centro municipal de desportos, sendo já a segunda descoberta deste tipo que acontece nesta região do Norte de Israel.


A Autoridade para as Antiguidades de Israel explicou que as escavações trouxeram à luz do dia uma cave cortada com ferramentas de corte, cujas marcas ficaram gravadas no tecto, nas paredes e no pavimento, com muitos pedaços de pedras dispersos por todo o lado, certamente sobras do fabrico de canecas e tigelas de pedra produzidas num torno.
Segundo os peritos, os antigos trabalhadores teriam trazido as pedras em bruto desde a pedreira para o fabrico de objectos caseiros, especialmente canecas e malgas de vários tamanhos.

Para o Dr. Yonatan Adler, professor senior na Universidade de Ariel, e actual director das escavações, "nos tempos antigos, a maioria das louças, panelas e louças era feitas de cerâmica, no entanto, no primeiro século da era cristã, os judeus por toda a Judeia e Galileia também usavam louça e recipientes para armazenamento feitos de pedra calcária, talvez para fins religiosos."
Adler explicou que segundo a antiga lei ritual judaica, os vasos feitos de cerâmica tornavam-se facilmente impuros, tendo por isso de ser quebrados. A pedra, pelo contrário, era considerada um material que nunca se poderia tornar ritualmente impuro.

"Como resultado disso, os antigos judeus começaram a produzir alguma da sua louça de uso diário em pedra. Apesar de vasos em calcário serem bem conhecidos em muitos dos sítios arqueológicos espalhados por todo o país, é extremamente raro descobrir um sítio onde tais vasos eram de facto fabricados."
O arqueólogo prosseguiu afirmando que até agora só foram encontrados outros 2 locais semelhantes, na vizinhança de Jerusalém, demonstrando a importância que havia então na observância do ritual de purificação, "não só em Jerusalém, como até na longínqua Galileia."

IMPORTANTE PARA JUDEUS E PARA CRISTÃOS
As autoridades responsáveis pelos achados informaram que os mesmos são de grande importância para os peritos da época, tanto judeus como cristãos. Para os judeus, o achado comprova que a observância das leis rituais de purificação era ampla e não apenas confinada a Jerusalém, pelo menos até à época da revolta judaica de Bar Kokhba, que terminou no ano 135 d.C.

TALHAS DE PEDRA USADAS NOS DIAS DE JESUS?
Para os peritos cristãos, esta descoberta traz à luz um pouco mais do estilo de vida na época do Messias Jesus.
"O facto de os judeus desta época usaram talhas de pedra para fins religiosos está bem documentado nas fontes talmúdicas e também no Novo Testamento" - afirmou Yardenna Alexandre, arqueóloga especializada no estudo da Galiléia da época romana.
Alexandre alegou ainda que a descoberta constitui "uma irresistível ligação" ao relato das bodas de Caná registado no Novo Testamento, em que a água transformada miraculosamente em vinho pelo Messias Jesus tinha sido colocada em seis "talhas de pedra" que ali estavam para o habitual ritual da purificação dos judeus, podendo conter cada uma mais de 80 litros. O relato encontra-se no Evangelho segundo João, capítulo 2.
A evidência torna-se ainda mais clara quando se constata que o local da descoberta - Reineh - fica próximo da aldeia de Cafar Caná, que muitos acreditam ser o local do primeiro milagre de Jesus.
Segundo Alexandre, "É provável que grandes contentores em pedra do tipo mencionado no relato das bodas de Caná da Galileia tenham sido produzidos na região da Galiléia."

Shalom, Israel!



sexta-feira, agosto 18, 2017

"A EUROPA ESTÁ PERDIDA" - ALERTOU O PRINCIPAL RABINO DE BARCELONA, ACONSELHANDO OS JUDEUS ESPANHÓIS A COMPRAREM CASA EM ISRAEL

A Europa "civilizada" pós-cristã e hedonista tem provado nestas últimas 24 horas a espada do Islão na sua sociedade acomodada e egocêntrica.
Não só os dois bárbaros ataques terroristas islâmicos em nome de Alá no coração da Espanha, causando pelo menos 14 mortos e dezenas de feridos, como o esfaqueamento esta tarde de várias pessoas na pacata Finlândia, provocando 2 mortos e muitos feridos, provam que a Europa já não é mais o paraíso seguro e próspero que a tornou tão atraente para tantos. 

Parece que as notícias de mais um ataque terrorista islâmico começam a fazer parte da rotina diária do europeu, tão incomodado quando Israel se defende legitimamente dos ataques dos seus inimigos, mas agora revoltado quando esse mesmo tipo de terrorismo "em nome de Alá" lhe vem bater à porta...
Ciente da realidade actual de uma Europa cada vez mais invadida pelas hordes islâmicas oriundas do Médio Oriente e do Norte de África, o rabino de Barcelona Meir Bar-Hen emitiu um alerta aos cidadãos judeus que vivem em Espanha: "A Europa está perdida. Digo aos meus congregantes: Não pensem que estamos aqui para sempre. Encorajo-os até a comprarem propriedades em Israel."
Segundo o rabino, a comunidade judaica em Barcelona está "condenada", uma vez que as autoridades em Espanha não querem confrontar o islamismo radical, exactamente num país que na sua opinião se tem tornado num "centro para o terrorismo islâmico para toda a Europa" durante vários anos antes dos ataques de ontem e de hoje naquele país.
Na sua intervenção de hoje, o rabino foi ainda mais longe nos seus avisos aos judeus espanhóis: "Este lugar está perdido. Não repitam o erro dos judeus argelinos e dos judeus venezuelanos. Mais vale sair cedo do que tarde."

Na opinião de Bar-Hen, parte do problema é a presença de uma grande comunidade muçulmana com "franjas radicais." Logo que essa gente esteja vivendo "no meio de nós" - disse o rabino em referência aos terroristas e seus apoiantes - "é muito difícil vermo-nos livres deles. Eles vão simplesmente fortalecer-se." E o rabino aplicou essa situação à Europa inteira: "A Europa está perdida."

Será esta a forma dura e sofrida de "empurrar" os judeus para a sua Terra? Não me admiraria se estivéssemos a assistir ao início de um novo êxodo dos judeus europeus para Israel...
Assim está profetizado há mais de 2.500 anos. Esta poderá ser a hora...

Shalom, Israel!

quarta-feira, agosto 16, 2017

PRIMEIRA AJUDA INTERNACIONAL À SERRA LEOA CHEGA DE...ISRAEL. COMO SEMPRE, ISRAEL SOLIDÁRIO COM A DESGRAÇA DOS OUTROS

Tal como é prática habitual da nação de Israel - tão desconsiderada, criticada e condenada por tantos - a nação judaica foi a primeira a enviar socorro para a Serra Leoa, a braços com uma tragédia de deslizamento de terras que provocou a morte a mais de 300 pessoas.
Enquanto outros estão ainda discutindo o que devem fazer e se devem gastar dinheiro com um país africano, Israel já fez chegar esta manhã à devastada Serra Leoa a sua primeira ajuda humanitária, após ter anteriormente enviado comida suficiente para preparar 10.000 refeições para alimentar os milhares de desalojados pelas inundações e consequentes deslizamentos de terras.
Milhares de latas com feijão e outros alimentos enviados por Israel provocaram o "orgulho" ao embaixador de Israel para a África Ocidental, Paulo Hirschson, especialmente por ter sido a primeira ajuda internacional a chegar ao país.


A agência humanitária israelita "IsrAID" já está entretanto com uma equipa no terreno, provendo "ajuda e apoio psico-social." Outra ajuda partirá em breve de Israel, especificamente em termos de equipas médicas, para prestar ajuda aos mais de 3.000 desalojados.
O testemunho do presidente da Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, que visitou Israel em Janeiro passado, é impressionante: "A devastação sobrepuja-nos. Comunidades inteiras foram engolidas e desapareceram." Segundo a Cruz Vermelha, há cerca de 600 desaparecidos, mas o ministro do Interior avança com milhares de desaparecidos. 

Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 15, 2017

INSTABILIDADE POLÍTICA NO BRASIL INCENTIVA CADA VEZ MAIS JUDEUS BRASILEIROS A PARTIREM PARA ISRAEL

O crescente desemprego, a insegurança e a violência estão entre os factores principais que levam um número cada vez maior de brasileiros judeus a fazerem "aliyah".
A maior parte da comunidade judaica brasileira pertence à classe média, cada vez mais debilitada pelas sucessivas crises económicas, sociais e políticas. Os níveis de corrupção que têm levado alguns governantes à condenação e até à prisão não param de crescer e preocupar aqueles que sonhavam ter um futuro risonho e próspero na maior economia da América do Sul. 
Calcula-se em 110.000 o número de judeus brasileiros ou residentes no Brasil.
Muitas pessoas formadas e até há bem pouco tempo atrás estabilizadas social e economicamente 
estão agora a ver os seus empregos a perderem-se, o dinheiro para pagar as contas regulares já não chega, muitos regressam a casa dos pais por não conseguirem manter os seus apartamentos, e o número de carros vendidos a desconto não pára de crescer a cada dia que passa.
Outra preocupação que assalta a mente dos judeus brasileiros tem a ver com a educação dos seus filhos. A falta de dinheiro tem posto em causa a continuidade do funcionamento de algumas escolas judaicas, estando a maioria já a sobreviver à custa de doações filantrópicas. O número de pedidos de ajuda social , incluindo a própria alimentação, tem aumentado a um ritmo de 20% por ano, com um número crescente de jovens a pedir ajuda.


A situação no Rio de Janeiro ainda é mais dramática. Uma média de 65 lojas fecham a cada dia, prevendo-se até que as mundialmente famosas celebrações do Carnaval estejam em risco para o ano que vem. O governo da cidade já não tem dinheiro sequer para pagar aos professores e às forças de segurança. Mas é a indescritível violência no Rio que tem levado mais judeus cariocas a imigrarem para a Terra Prometida. 
O Consulado de Israel em São Paulo não tem neste momento mãos a medir para tratar de todos os complicados e burocráticos processos de imigração para Israel.
Segundo a Agência Judaica, no final de 2015 houve um aumento de 77% no número de imigrantes que partiram para Israel (496) em comparação ao ano anterior, o qual já tinha tido um aumento de 39% em relação ao ano precedente.
684 judeus brasileiros chegaram a Israel durante o ano de 2016, um aumento de 40% em relação a 2015. E só até Maio deste ano, 346 novos imigrantes ("olim") aterraram em Israel para ali refazerem as suas vidas. Isso representa um aumento de 29% em comparação aos mesmos meses do ano passado.
Israel, com uma taxa de violência incomparavelmente baixa em relação ao Brasil, oferece um abrigo seguro aos judeus brasileiros que deixaram de acreditar no futuro do Brasil. 
Para eles e para muitos, o Brasil não é mais o tão anunciado "país do futuro". Israel sim, passou a ser o futuro para eles...

Shalom, Israel!

segunda-feira, agosto 14, 2017

"SE O HEZBOLLAH ATACAR ISRAEL, O LÍBANO SOFRERÁ AS CONSEQUÊNCIAS" - PROMETE MINISTRO ISRAELITA EM RESPOSTA À AMEAÇA FEITA ONTEM PELO HEZBOLLAH

Israel não está para brincadeiras. Nas duas últimas guerras provocadas pelos terroristas do Hezbollah em 2006 e pelo Hamas em 2014, as Forças de Defesa de Israel contiveram-se demasiadamente nas suas respostas, tentado ao máximo que os seus ataques fossem "cirúrgicos", poupando ao máximo possível as populações civis, tanto no Líbano como na Faixa de Gaza.
Mas a crueldade e o desrespeito pela vida humana demonstrados pelos terroristas muçulmanos das 2 pérfidas organizações anti-semitas não olham a meios para atingir os seus fins, como foi o caso da enorme quantidade de explosivos guardados em hospitais, creches e escolas, até mesmo em mesquitas, o disparo de rockets a partir de parques infantis e hospitais, a colocação de crianças em zonas de ataque, etc. etc.
Só que desta vez Israel não vai tolerar qualquer iniciativa de ataque por parte desses dois hediondos grupos terroristas islâmicos. 
Hoje mesmo o Ministro para a Educação de Israel, o "linha dura" Naftali Bennet, anunciou "uma nova estratégia" por parte de Israel, e que o seu país considerará o Líbano inteiramente culpado por qualquer ataque do Hezbollah contra território israelita.
"O interesse de Israel é evitar outra confrontação no Líbano, e por isso a nossa estratégia é simples: o Líbano é igual ao Hezbollah, e o Hezbollah é igual ao Líbano" - afirmou Bennet, membro do gabinete de segurança de Israel.
"Ao contrário da Segunda Guerra do Líbano, não iremos desta vez diferenciar entre a organização e o estado do Líbano. Isso significa que qualquer ataque do Hezbollah irá causar destruição no Líbano e nas suas instituições."

AMEAÇA DO HEZBOLLAH
Para celebrar o 11º aniversário da Guerra de 20016, o líder do grupo terrorista islâmico Hassan Nasrallah ameaçou ontem Israel com ataques cruéis. O bandido chegou a sugerir que Israel deslocasse o seu reactor nuclear de Dimona, alegando que é também um alvo visado pela sua organização, cuja destruição acarretaria mais estragos do que se possa imaginar.
Falando a partir do seu bunker oculto para um evento organizado pelo seu grupo terrorista Hezbollah no dia de ontem, Nasrallah ameaçou que caso Israel decidisse novamente invadir o país, teria pela frente uma força 100 vezes superior àquela que enfrentou no último conflito.
Nasrallah alegou ainda que Israel só não ataca o Líbano porque percebe que pagaria um alto preço por tal iniciativa.

RESPOSTA ISRAELITA
"Nasrallah, que pretende ser o 'defensor do Líbano', tornar-se-à o 'destruidor do Líbano'" - afirmou Bennett esta tarde, acrescentando: "Nós não queremos a guerra, e faremos tudo para a evitar, mas o outro lado tem que saber que haverá consequências provocadas por decisões unilaterais que ponham em risco a segurança de Israel."
E o ministro foi ainda mais longe: "Agora que o Líbano tornou claro que é o Hezbollah e que o Hezbollah é o Líbano, é altura de Israel e do mundo fazerem saber ao público libanês que se algum rocket ou morteiro for disparado contra Israel, isso será considerado por Israel como um acto de guerra conduzido pelo governo do Líbano. Se o Líbano permite e capacita terroristas a montarem ataques a partir do seu território soberano, Israel responsabilizará o Líbano por tal."
"E ao contrário da última, vez, Israel não irá usar pinças para procurar uma agulha num palheiro: nós neutralizaremos o palheiro."

O GRUPO TERRORISTA HEZBOLLAH FAZ PARTE DO GOVERNO DO LÍBANO
Segundo Bennett, o Hezbollah tem 12 assentos no governo do Líbano e dois ministros no governo. Para Bennett, isso justifica a afirmação de que um ataque do Hezbollah a Israel será considerado um ataque do próprio Líbano contra o estado judaico. 
"Se formos forçados a lutar - e para ser claro, não temos nenhum desejo de ir para a guerra - olharemos para todas as instituições governamentais libanesas como alvos potenciais. Qualquer lugar usado para lançar rockets contra Israel será considerado espaço militar; qualquer aldeia que abrigue armazéns com munições ou centros de comando, será considerada base militar; qualquer edifício ou infra-estrutura libanesa utilizada para atacar Israel torna-se automaticamente num alvo militar. Os resultados seriam trágicos para o povo do Líbano."

sexta-feira, agosto 11, 2017

ENSINADA A ODIAR OS JUDEUS, A PALESTINIANA SANDRA SOLOMON CONVERTEU-SE AO MESSIAS JESUS E PROMOVE O SIONISMO

Uma mulher palestiniana, sobrinha de um dos fundadores do movimento terrorista palestiniano "Fatah", e convertida ao Cristianismo há 10 anos atrás, tornando-se desde então uma destemida apoiante de Israel, tem condenado os ataques palestinianos recentes contra famílias judaicas, muito especificamente um dos últimos, em que um jovem terrorista palestiniano entrou numa tranquila casa onde judeus celebravam o nascimento de um novo membro da família, e munido de uma faca, assassinou 3 membros da família, deixando ainda outros feridos.
Sandra Solomon, a palestiniana agora sionista cristã, identificou a educação violenta como a causa de raíz do fenómeno persistente da violência contra judeus.
"O terrorista palestiniano que assassinou uma família na sexta-feira à noite em Halamish: onde é que ele foi buscar a ideia para penetrar na casa e matar as pessoas que lá estavam?" - perguntou Sandra, acrescentando: "Os jovens palestinianos que realizam os ataques já estão assassinados de um ponto de vista psicológico através da educação que lhes é dada."
Sandra, de 39 anos, com o nome original de Fida, é a sobrinha do oficial palestiniano Sahar Habash, um confidente próximo de Yasser Arafat. 
"Como criança, fui educada a odiar Israel. A coisa mais importante para nós era a libertação da mesquita al-Aqsa, a libertação de Jerusalém e a destruição do estado de Israel" - afirmou Sandra durante a sua recente visita a Israel. 
"Nós víamos a segunda Intifada pela TV" - recorda ela, mencionando os tempos da sua infância vividos entre a Jordânia e a Arábia Saudita. "Depois de cada grande ataque terrorista - até mesmo quando crianças eram mortas - trocavam-se doces. A educação que me ensinaram é a de que só os palestinianos é que eram as vítimas, que eles é que são os oprimidos neste conflito e que os sionistas são os criminosos ocupantes que nos roubaram a terra."
As mudanças na vida desta palestiniana e a sua decisão de abandonar esta cultura de ódio que lhe tinha sido semeada não se realizaram da noite para o dia. 

CONVERSÃO AO CRISTIANISMO
Sandra Solomon começou por se decidir pelo Cristianismo. Isso deveu-se inicialmente às suas críticas às formas como o Islamismo trata e oprime as mulheres, e à falta de liberdade de expressão.
"Eu não aceitava andar por aí com uma hijab (um véu usado pelas muçulmanas), tal como obrigam as mulheres na Arábia Saudita."
Depois de ter conseguido divorciar-se do marido com quem tinha sido forçada a casar-se depois de terem tido um bébé, ela partiu para o Canadá com o seu filho, onde continuam a viver até hoje.
"Quando expliquei à minha família na Jordânia que me tinha convertido, a minha irmã atirou a mala pela janela e expulsou-me de casa" - contou Sandra.
Até hoje Sandra continua sendo ostracizada pela família. Ela acredita até que se a família na altura percebesse onde ela estaria hoje, tê-la-iam morto com certeza.

"TRANSFORMADA PELO PODER DA VERDADE"
Enquanto no Canadá, Sandra Solomon recebeu informações acerca do povo judeu e da História judaica. "Comecei a ler a Bíblia e percebi que muito tempo antes de Maomé e do Islamismo já os judeus viviam naquela terra. O poder da verdade transformou-me" - adiantou Sandra. Tão faminta ela estava pela verdade, que leu a Bíblia inteira, de Génesis a Apocalipse em apenas 3 semanas!
Após ler a Bíblia, ela encontrou o Messias Jesus. Dobrou os seus joelhos e entregou-se a Ele completamente, agora o seu Salvador e Messias!
E tão inspirada e apaixonada ficou por Israel e pelo seu Messias, que Sandra decidiu gravar duas tatuagens bens visíveis nos braços onde se lê em hebraico : "Jesus é o Messias", no braço direito e "Israel", no antebraço.

EM RAMALA
Neste últimos dias, Sandra tem estado em Ramala, a capital dos territórios administrados pelos palestinianos. Ainda que tenha cutela em exibir as tatuagens em público, Sandra afirma não ter medo de andar nas ruas da cidade. Mesmo assim, tem sido vítima de provocações: "Um jovem palestiniano que viu as minhas tatuagens cuspiu-me, mas não tenho medo" - afirmou, assinalando a hipocrisia dos palestinianos, ao boicotarem os bens israelitas, ao mesmo tempo que fazendo uso dos seus bens essenciais: "Entre os palestinianos, há apelos para que se boicotem os produtos israelitas, mas os telefones e a medicação que eles usam vêm de Israel."

"NÃO ACREDITO NUMA SOLUÇÃO 2 ESTADOS"
Solomon afirma que os palestinianos têm direito a existir como minoria igualitária com direitos garantidos sob a soberania israelita, mas rejeita a ideia dos 2 estados: "Não acredito numa solução 2 estados, porque vejo o que acontece na Margem Ocidental. Vêem-se pela ruas fotos penduradas de terroristas que são considerados heróis. O povo palestiniano não quer paz. Eles glorificam a Intifada" - concluiu a palestiniana convertida ao Messias de Israel.

Shalom, Israel!